“Quando eu tinha 5 anos, minha mãe sempre me disse que a felicidade era a chave para a vida. Quando eu fui para a escola, me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse. Eu escrevi “feliz”. Eles me disseram que eu não entendi a pergunta, e eu lhes disse que eles não entendiam a vida.”
“Têm dias, que o melhor a se fazer é gritar o silêncio. Assim, calando-se, engolindo-se, bastando-se. Só assim para caber-se em si, ou na vida, nesse mundo estranho.”
“Olha, faça um favor para mim, antes de tremer as pernas pelo inconquistável e apagar as luzes do mundo por um único brilho falso, olhe dentro de você e pergunte: estupidez, masoquismo ou medo de viver de verdade?”
“As vezes me dá saudade sim, não nego. Mas eu me tornei forte, frio, desligado dessas coisas. Me dá saudade e eu vou pro shopping, ao cinema, vou pra festa. Me dá saudade e eu como tudo que eu gosto, sem medo de engordar. Me dá saudade e eu ouço uma música bem alta. Me dá saudade e eu dô mole pra alguém no facebook, só por diversão. Me dá saudade e eu esqueço da saudade, esqueço de quem eu tenho saudade e lembro de tudo que me fez desistir de você. Me lembro do quanto eu insisti em vão, do quanto eu fui burro. Deus, como eu fui burro! Resumidamente é isso… A saudade vem, mas existem milhares de coisas na minha vida para mandar a saudade pra puta que pariu. No fim, essas milhares de coisas acabam valendo muito mais a pena.”